12 de julho de 2012

“Bóson de Higgs” Higgs” não é a “ “Bóson de Higgs” não é a “Partícula de Deus”. Está mais para o “Bozó de Higgs”.


“Bozó de Higgs”

Por Tom Capri


Você encontra este texto também na nova versão
de meu site www.virobscurus.com.br, no link


Não ia escrever sobre o “bóson de Higgs”, também conhecido como a “Partícula de Deus” e cuja existência pode ter sido comprovada recentemente. Afinal, eu já havia dito tudo a respeito, inclusive desconstruído e desmistificado a partícula, em artigo de dezembro último. Mas inúmeros pedidos, inclusive de bróder Herson Capri, levaram-me a abordá-la novamente. Como aquele meu texto de dezembro ainda é o mais completo que escrevi sobre a partícula, decidi reenviá-lo agora a todos devidamente corrigido e atualizado, e com acréscimos essenciais meus. Aí vai.


Abertura que diz tudo

Já está cientificamente comprovado que Deus não existe. No entanto, a ciência oficial --- essa instituída que aí está, hoje unicamente a serviço do capital e que nunca foi ciência autêntica --- insiste em achar que está próxima de identificar a minúscula partícula que confere massa a todas as demais, conhecida também como “bóson de Higgs” ou “Partícula de Deus”. Há um sem-número de argumentos científicos que provam cabalmente: a “Partícula de Deus”, como fonte de origem de todas as formas de massa, é pura obra de ficção da ciência oficial, esta que aí está a serviço do capital, daí não se sustentar cientificamente. Um dos argumentos que derrubam essa falsa ideia é o de que, se Deus comprovadamente não existe, é óbvio que a mágica partícula também não. Ou, se o “bóson de Higgs” existe (e pode até existir), de qualquer forma não tem como ele ser o criador de tudo, a “partícula divina” ou algo semelhante. Entenda aqui o que é essa misteriosa partícula. Conheça também os argumentos que comprovam: mesmo que exista, ela não é nem pode ser nenhuma força primária capaz de conferir massa a todos os demais corpos.

O texto

Alguns cientistas acreditam existir essa minúscula partícula capaz de conferir massa a todos os corpos, ou seja, a todas as formas existentes de matéria. E que estão perto de comprovar a sua existência, nas recentes e atuais experiências no Grande Colisor de Hádrons (LHC), o acelerador de partículas inaugurado em 2008, próximo de Genebra, na Suíça, ao custo de mais de US$ 10 bilhões. Essa partícula seria o “bóson de Higgs” ou a “Partícula de Deus”. Ela teria surgido logo após o Big Bang, com a incrível capacidade de conferir, como num passe de mágica, massa a todas as outras formas de matéria.

Se ela efetivamente existir e vier a ser cientificamente comprovada como a que confere massa a todos os corpos, teremos descoberto finalmente a origem do Universo, daí o nome de “Partícula de Deus”. Teremos provado, também, a existência de Deus, o que tanto interessa à ciência oficial, essa a serviço do capital. Evidentemente, isso tudo não passa de piada sem graça.

A hipótese da partícula foi levantada pela primeira vez, em 1964, pelo físico britânico Peter Higgs, após ele se aprofundar em estudos de outro cientista, Philip Anderson. Experimentos recentes, no Grande Colisor de Hádrons (LHC), acompanhados inclusive por Peter Higgs, que hoje tem 82 anos, levaram os cientistas a achar que finalmente comprovaram a existência da tal “Partícula de Deus”. Será?

Impossível. A ciência autêntica, aquela que busca as verdades (e, com muito suor e lágrimas, sempre as encontra), já desmantelou e desmascarou a ideia. Ou tais cientistas “oficiais” mentem ou, ingênuos e alienados ao extremo, estão infantilmente iludidos.

O “bóson de Higgs”, se existir, pode até conferir massa aos demais corpos, mas apenas como elemento de passagem, como elo coadjuvante, ainda que importante, nesse processo. Jamais seria a única fonte de origem da massa, isto é, aquela fonte divina e solitária da qual emanariam todas as formas de massa.

Em suma, se efetivamente existir como formador de massa, o “bóson de Higgs” só pode ser apenas um momento do processo. E não tem como ele ser a única partícula a conferir massa aos corpos, mas apenas uma que ajuda no processo, ao lado de zilhares de outras. Além disso, as leis da física nos obrigam a admitir que, se ele existe, existem também zilhares de outros tipos de “bóson de Higgs”. Portanto, temos que: 1 – a partícula, se existir, não seria a fonte geradora primária de massa (seria apenas momento do processo); 2 – também não seria a única partícula formadora de massa; e 3 – não haveria um só tipo de “bóson de Higgs”.

Vem do brasileiro Mário Novello, o mais importante cientista da atualidade, a mais recente e contundente comprovação de que a “Partícula de Deus”, como fonte de origem de todas as massas (inclusive, daquela macarronada apetitosa feita pela vovó aos domingos) é uma falácia. Há alguns anos, Mário demonstrou, em dissertação eivada de fórmulas e equações (só inteligíveis para iniciados), que o Universo é eterno e infinito, não tem começo, meio nem fim. Isto é, que o Universo não tem origem, muito menos um deus criador, na medida em que sempre existiu e existirá. Em suma, Deus pode até existir, mas não foi o criador do Universo, já comprovou cientificamente Mário.  

Essa dissertação de Novello, já aceita pelos cânones da ciência autêntica, derruba por completo a teoria do Big Bang. Se um Big Bang deu origem ao Universo, como supõe a ciência oficial, que força teria dado origem a ele? Além disso, está claro que não teria havido um único Big Bang e, sim, um sem-número deles (em meio a outros fenômenos) que igualmente teriam dado origem a um sem-número de outros universos, inclusive em outras dimensões que ainda não conhecemos nem alcançamos. Se o Universo é eterno e infinito e, portanto, não tem origem, como já comprovou o cientista brasileiro (daí ser Novello o mais importante cientista da atualidade), não há mais como aceitar a teoria segundo a qual um único Big Bang teria dado origem ao Universo.

Acontece que o Grande Colisor de Hádrons (LHC) foi construído justamente para repetir, no mundo das partículas subatômicas, como teria se dado o Big Bang, na suposição de que isto seria possível em laboratório e de que o Big Bang teria sido, de fato, a fonte de origem do Universo. Assim, por partirem dessa premissa, que é falsa, os experimentos no Grande Colisor de Hadrons(LHC) só poderão chegar a conclusões igualmente falsas, uma vez que a ciência autêntica (que inclui Mário Novello) já derrubou, como vimos, a teoria do Big Bang e tudo isso.

Também não dá para aceitar que a “Partícula de Deus”, mesmo que exista o “bóson de Higgs”, seja a única fonte de origem de todas as formas de massa. Em artigo publicado no Estadão (Suplemento Aliás de 18/12/2011, p. J6), Mário lança a seguinte pergunta aos que põem fé na existência da “Partícula de Deus”: “E quem dá massa àquele que dá massa?” Fica claro, portanto, que a ciência oficial poderá até encontrar a tal “partícula divina”, mas ela não será, jamais, divina, ou seja, nunca será aquele deus que deu origem ao Universo e a todas as formas de massa, da mesma forma que, claro está também, não terá sido o tão decantado “Big Bang Único” a fonte de origem de tudo.

Se acreditarmos nisso, teremos de acreditar, também, que tanto o Big Bang quanto o “bóson de Higgs” não têm criador. Que ambos foram criados por Deus. Ora, se Deus comprovadamente não existe, como ficamos?

Mário Novello lembra que existem outras teorias que podem explicar o porquê da massa nos corpos que transitam em nossas dimensões, ou seja, nos corpos presentes nessa porção do universo por nós já observável e conhecida. O cientista brasileiro dá mais crédito à teoria do campo gravitacional: seria a gravidade a responsável por conferir massa à matéria existente e que transita em nossas dimensões. Cético quanto à possibilidade de o “bóson de Higgs” vir ser essa partícula divina que confere massa a todos os corpos, veja como ele termina recente entrevista concedida a Cesar Baima, de “O Globo” (6/7/2012):

“Primeiro, é preciso provar que o campo de Higgs é universal, isto é, que o “bóson de Higgs” interage com tudo que há no Universo (como poderia a partícula ser isso, se Novello já provou que o Universo é eterno e infinito e não tem criador? --- acréscimo meu). Além disso, pelas experiências noGrande Colisor de Hádrons (LHC), o “bóson de Higgs” não só tem massa como sua massa é muito grande, 100 mil vezes a massa do elétron. Isso gera dois problemas curiosos. O primeiro é como uma coisa tão grande pode ceder massa para algo tão menor quanto o elétron? Isso é estranho. O outro problema, no entanto, é ainda mais básico: e o que dá massa para o “bóson de Higgs”? E a resposta para isso, da física que estuda as partículas, é simplesmente “não sei”. O Modelo Padrão (da Física) se esgota aí e não explica.”

Outra prova cabal de que a “Partícula de Deus” não é a fonte de origem de todas as massas (mesmo que a existência do “bóson de Higgs” venha a ser definitivamente comprovada) está em meu livro Miséria da Ciência, de 2008.

Trilhando o campo da intuição, levantei a hipótese de que não existe vazio absoluto e de que tudo é energia com massa. Ou seja, de que não existe outra coisa no Universo a não ser ENERGIA COM MASSA, em suma, de que TUDO É ENERGIA e de que todas as formas de energia contêm MASSA! (Todas, sem exceção, inclusive o fóton, o neutrino, tudo). Enfim, levanto a hipótese de que TUDO É ENERGIA E TUDO TEM MASSA, acreditando que um dia isto virá a se comprovar (como Higgs acreditava que um dia o seu "bóson" iria ser comprovado). 

Sim, temos espaços vazios por onde transitam os corpos que vemos todos os dias. Nada mais óbvio. Mas esses vazios são apenas relativos às dimensões dos corpos que por eles transitam. Na verdade e em essência, não passam de corpos com massa quando examinados e estudados em suas reais dimensões. Se o ser humano conseguir, um dia, criar a nanointeligência artificial, de tal maneira que ela possa ser reduzida de tamanho a ponto de chegar às reais dimensões desses espaços vazios, encontrará neles só energia com força corpórea, ou seja, energia contendo massa.

Quando você observa o espaço entre a Terra e os demais corpos celestes, percebe que há imensos espaços vazios entre um e outro. Mas sabe que em nenhum desses espaços há o vazio absoluto. Que neles há sempre massa em dimensões infinitesimais. Em suma, todos os espaços vazios são sempre pura energia com massa quando os examinamos em seus tamanhos e proporções reais, em outras dimensões e em suas proporções infinitesimais.

Estou convencido de que a ciência autêntica --- Mário Novello talvez --- conseguirá demonstrar cientificamente esta minha hipótese um dia (de que não existe vazio absoluto e tudo é energia contendo massa). Então, pergunto: como é que uma partícula que supostamente confere massa a outras pode ser a poderosa força originária do Universo, a “Partícula de Deus”, a mãe da Criação, se tudo é energia e contém massa... se tudo é energia com massa gerando novas formas de energia com massa, uma vez que tudo está em movimento e em transformação, transitando por “vazios relativos” a essas mesmas energias com massa... se tudo, enfim, é energia com massa num Universo que é eterno e infinito, sem criador... se tudo é energia com massa transitando por vazios relativos às dimensões de toda essa mesma energia com massa que ali interage e se movimenta?

A verdade é que esses cientistas atuantes no Grande Colisor de Hádrons (LHC)são os mesmos da "ciência oficial", essa que aí está, prestando serviços não à verdade, mas às verdades do establishment.  Toda a humanidade já deveria saber que interessa muuuuuito ao establishment  descobrir a tal “Partícula de Deus". Afinal, ela seria aquela criada por Deus para dar o "start" à formação da massa em todos os corpos, ou seja, para dar o "start" também na origem da vida, tudo a partir e pelas mãos de Deus, daí ser chamada também de "Partícula de Deus". Nada mais místico e abstrato, portanto, nada científico e sem sustentação, não acha? Não percebe que tal teoria só serve ao padre, ao pastor, ao rabino, às seitas e religiões, ou seja, ao capital?

Aí está o grande problema da "ciência oficial", claramente abordado e denunciado em meu livro "Miséria da Ciência" (2008). Nesse meu livro, demonstro cientificamente, com sólidos argumentos, que a ciência oficial e os cientistas oficiais são rasos e limitados, pois não produzem mais ciência autêntica, só ciência para o establishment. O que é isso, produzir só ciência que interessa ao establishment? É produzir ciência na forma de produtos lucrativos que encham os cofres de seus criadores e produtores, como as drogas que curam doenças terminais, os celulares e tudo quanto é tipo de produtos (feitos pelos laboratórios, conglomerados, em suma, pelo capital).

Por exemplo, para a cura do câncer, a ciência oficial ainda está atrás da droga milagrosa (produto mágico), altamente lucrativa para os laboratórios, capaz de acabar com esse mal. Ora, a ciência autêntica já descobriu, há mais de século, que a verdadeira cura do câncer não está num produto, mas, sim, na eliminação de suas verdadeiras causas.

E as causas do câncer estão obviamente na sociabilidade, ou seja, no estresse diário, na competição, na poluição e destruição ambiental, nos alimentos com aditivos como conservantes etc., enfim, no turbilhão e na roda-viva do dia-a-dia. Em suma, a verdadeira causa do câncer está em tudo aquilo que enseja as mutações genéticas capazes de criar genes geneticamente propensos ao câncer, enfim, num sem-número de causas que, se não forem banidas, a usina que causa o câncer continuará crescente e matando.

Um produto poderá até vir a curar o câncer individualmente, mas jamais eliminará essas que são as verdadeiras causas da doença. O formato-produto é tudo o que interessa à ciência oficial, pois ela aí está para beneficiar oestablishment (refiro-me aos laboratórios, às corporações, em suma, ao capital). Dessa forma, a ciência oficial não faz mais ciência autêntica, como demonstro com clareza em "Miséria da Ciência" (daí o título do livro), a não ser sem querer, casualmente, quando descobre algo verdadeiramente útil à humanidade (e, não posso negar, um produto que cura individualmente o câncer é útil à humanidade, sim, e é também ciência autêntica). Mas é só nessas proporções que a ciência oficial, essa que aí está, faz ciência autêntica.

VOLTEMOS À QUESTÃO DECISIVA, FORMULADA POR MÁRIO NOVELLO: QUEM DÁ MASSA AO “BÓSON DE HIGGS” PARA QUE ELE POSSA DAR MASSA A TODOS OS DEMAIS CORPOS??? Só pode ser Deus, não é mesmo? Nos primórdios do Universo, era assim: antes, tínhamos apenas o nada absoluto e Deus. Não se sabe como Deus era, se feito de borracha ou alumínio, se já usava tênis e celular e se era chegado num baseado. Isto ainda permanece um mistério. O que se sabe é que só existiam o nada absoluto e Deus. Aí, um dia, não sei se bem humorado ou mal humorado, Deus decidiu criar (um único) Big Bang, à imagem não sei de quem, talvez do Todo-poderoso Corinthians campeão da Libertadores. E aí o único Big Bang veio a dar origem ao “bóson de Higgs”, também não se sabe como. A partir daí, o “bóson de Higgs” passou a ser chamado também de "Partícula de Deus", pois se tornou a partícula capaz de conferir massa a todos os corpos, como um deus ansioso e agitado. É nessa baboseira que a ciência oficial (a do capital) --- e o senso comum --- acreditam. Não é uma piada? Isto é para você, leitor, ver em que pé está a ciência oficial e em que mãos estamos.

Por isso, essa tal de “Partícula de Deus”, o “bóson de Higgs” (partícula que deve ter, sim, existência concreta, mas não como se propala), está mais para “Bozó de Higgs” (nova macumba ou trabalho do capital, no Grande Colisor de Hádrons (LHC), para chegar a verdades que só interessam ao próprio capital). Abraço a todos.

Nenhum comentário:

MINHA FORTALEZA


VOLTA PRA MIM!!!
MESMO QUE ESTEJA EM OUTRA DIMENSÃO!!