28 de março de 2021

Minhas mãos em concha carregam uma pedra transparente  um Oval que protege raios internos . Um Cristal que lembra uma lanterna ou um vidro cheio de vagalumes que eu enchia a noite enquanto criança.   Ei roubei da casa vigiada por um duende. Paredes rosas  enormes e uma janela com bordas azuis. 
Eu a espreita esperava uma oportinidade de me apossar daquela luz oval. O Duende andava para la e para cá reaetidamente, de um extremo ao outro.. Um duende soldado. Um Guardião. Não era de chumbo  porém  parecia que iria se derreter a quaquer momento. O calor era nítido como o claräo iridescente que circundava acima do pedestal que sustentava o objeto ambicionado.
Sem exitar, pedi a minha iseparável ID que roubasse o alvo que inebriava consciência  . Não tinha a coragem. Por medo, covardia ou omissão. E a ID para alimentar o EGO não titubeou. Esperadamente esticou o braço elástico  alcançou a peça, trazendo-a para perto. Eu e meu ID saímos correndo. E eu escutava: Não olhe pars trás! Não olhe para trás.  

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