Por ser mulher, por ser guerreira, por chegar onde chegou, por ser perseguida como meu, (não é pretensão, sei o que estou passando a guerra hoje é outra), mas se alguns desses aí abaixo for ter algum privilégio no seu governo como assessores de imprensa ou comunicação, ESTOU FORA!!.
Estava tentando salvar um comentário sobre um assunto levantado pelo Mauro Alves da Silva, quando ele foi... bloqueado. O assunto era sobre uma decisão do TCM, que entendo de interesse público. Ao ler o "Aviso sobre a COEP", entendi que a inscrição do Mauro foi cancelada e com isso todos os tópicos colocados por ele, sejam ou não referentes à COEP. Por sorte eu havia salvo o comentário e permito-me colocá-lo aqui, na esperança de que não seja novamente barrado e/ou que eu não seja também banida do portal. Obrigada!
"Elizabeth, quem precisa responder isso sou eu. Acabei de levar uma bronca do Mauro por e-mail, ele não gostou (e tem toda razão) do meu comentário jocoso. Não cabe aqui fazer comentários sobre pessoas, eu mesma disse isso em outro tópico e meu intuito foi apenas tentar desanuviar o clima de azedume que tomou conta da discussão. Eu acho o Mauro parecido com o Monteiro Lobato, sim, no sentido das provocações que ele fazia. Infelizmente os tempos mudaram, não se discutem mais fatos ou idéias, mas pessoas, não apenas neste portal, mas também no orkut e em outras mídias sociais.
O assunto que o Mauro colocou aqui, sobre o TCM, é sério e ninguém o comentou, todos se limitaram a continuar tecendo críticas pessoais contra sua pessoa. Esse assunto está intimamente ligado ao problema das faltas de professores na rede pública, que provoca o fenômeno da "aula vaga", no qual o Brasil é campeão mundial. Esse assunto não interessou a grande mídia: na época em que propusemos uma investigação nesse sentido, a FOLHA, por exemplo, respondeu que precisava de "dados confiáveis" para pesquisar o assunto, pois não acreditava que a aula vaga solapasse aos alunos 20% do ano letivo. Pedimos então ao INEP (que chamamos de INEPT) fazer esse levantamento em nível nacional e até hoje estamos no aguardo de uma resposta. Propusemos então o seguinte (não apenas à Folha, mas também ao Estadão e à Veja): enviamos um formulário onde os pais poderiam anotar as faltas dos professores dia-a-dia e que seria muito fácil entregar aos funcionários do grupo FOLHA (ou Estadão, ou Abril) que tivessem seus filhos na rede pública (entendam-se não os jornalistas, mas os vigias, ascensoristas, copeiros, faxineiros, funcionários de almoxarifado, motoristas etc.) Até hoje não recebemos resposta.
O Mobilizadores COEP, que reúne mais de 8.000 pessoas participantes do Brasil e do exterior, é um espaço virtual de incentivo e qualificação para a prática cidadã, no qual pessoas interessadas na transformação da realidade social podem, de forma responsável e organizada, se capacitar, trocar experiências, divulgar estudos e ações bem sucedidas, articular parcerias e se planejar para a atuação em iniciativas sociais.
Nesta edição, onde o tema escolhido foi “Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Pobreza”, o objetivo central é o de fortalecer a mobilização social dos Mobilizadores, Escolas e Comunidades e seu comprometimento com a promoção da cidadania, em especial nas populações em situação de vulnerabilidade social e ambiental, levando em conta a conservação do meioambiente e a questão das mudanças climáticas.
Sra. Giulia, embora pouco comente nos tópicos sobre educação, acompanhei a pendenga toda a respeito do Sr. Mauro e seu COEP, e não vi ninguém o ofendendo pessoalmente. Essa sua declaração é uma inverdade. O que vi foram pessoas reclamando do caráter exclusivamente inquisitivo que o COEP tem quanto aos professores e profissionais que trabalham nas escolas, da falta de propostas político-educacionais, e da falta de legitimidade social que aquele sítio possui. A Sra. saiba (ou deveria saber) que há por aqui várias pessoas que mantém blogs pessoais, mas não utilizam o Portal como “escada” para proselitismos de organizações a procura de visibilidade.
Aliás isso remete a uma questão que em minha opinião é fundamental para o seu conhecimento a respeito, não só de fatos do Portal e do Blog do Nassif, mas também da vida, os quais o Sr. Mauro ignorou e talvez a Sra tambem tenha ignorado. Nunca se anda em sites, organizações ou mesmo lugares físicos onde não se saiba exatamente com quem se está lidando, qual é a natureza do convívio social, e sob quais regras. Isto posto vamos lá.
É pública e notória a luta que o Nassif move contra o jornalismo da grande imprensa em geral e da Veja em particular (que ele chama de jornalismo de esgoto), devido justamente ao sufocamento da opinião de parte da população, e da exclusão de importantes segmentos políticos (principalmente aqueles que a Sra. adjetivou como “esquerdistas”). Por exemplo, o artigo do Sr. Gustavo Iochpe na Veja que a Sra. gostou e pôs no seu site, foi objeto de críticas ferozes no Blog, inclusive da parte do Nassif. É público e notório que o Portal e o Blog estão entre os mais democráticos da internet, onde não há distinção ideológica, nem e-mails bloqueados, apenas sendo moderados os palavrões e ofensas pessoais. Só que também é público e notório que a maioria dos freqüentadores do Blog e do Portal tem orientação ideológica de esquerda, vão da social-democracia ao marxismo (fazer o que né?), mas há também notórios direitistas (se a Sra se der ao trabalho de acompanhar o dia a dia do Portal, o que eu sinceramente espero, saberá quem é quem), ocasionando debates acirradíssimos. Por exemplo, aqui uma boa parte dos participantes acreditam que todos possuem ideologia, e o pretenso fim da disputa esquerda/direita, é tática de reacionários direitistas. Sendo assim, por aqui ninguém usa o termo “esquerdistas” como adjetivo (pejorativo como foi o seu caso em relação à Marise lá no tópico apagado), mas apenas como substantivo. Aliás o próprio dono do Portal não enterrou essas classificações em seus escritos, embora muitas vezes as lamente.
O Portal é um lugar onde se constrói CONHECIMENTO, mas também é um site de RELACIONAMENTOS, ao contrário do que o “desavisado” Sr. Mauro declarou. O Sr. Mauro não se interessou em saber, mas eu informo a Sra., que o Nassif já promoveu quatro Saraus de encontros das pessoas que freqüentam o Portal (em São Paulo e em Poços de Caldas), e ele em pessoa estimula esses relacionamentos. A Sra. sabia que muitos dos pseudônimos que o Sr. Mauro acusou de se esconderem, se conhecem pessoalmente pelos nomes e profissões? São segredo para quem não se interessa em saber. A Sra. também viu que quando o Rogério Maestri, o Mário Abramo, a Lays, o Paulo e outros confrontaram o Sr. Mauro, ele veio com papo de “carteiradas”? Ou seja, usou uma tática de falácias, na base do se você não fala o nome, é covarde, se fala dá carteirada e é intimidador. A Sra. notou que ele não respondeu a nenhuma das perguntas objetivas feitas pelo Nassif? A Sra. viu que ele é ligado a um radialista malufista, e quando confrontado com esse fato, falou da reputação ilibada do sujeito, que estaria o “notificando” e pedindo para que o tal radialista movesse um processo contra o colega Hermê (que foi quem levantou a lebre), e quando o Hermê linkou na internet o envolvimento do nome dele num processo de corrupção, ele “esqueceu” o assunto? Acrescento que não é crime ter ligações com radialistas. Mas se a Sra. possui um movimento de qualquer tipo, que é por radialistas amparado ou defendido, é fato que a bem do conhecimento público deve ser declarado, não é mesmo? Afinal ao contrário do Sr. Mauro, eu gosto e quero saber com quem ando e com quem andam as pessoas que comigo querem interagir, principalmente quando querem me convencer a apoiar ou ajudar alguma organização social.
Em minha opinião e acredito que na da maioria dos que conheci aqui, a Sra. pode pensar e escrever sobre o que quiser neste espaço. Inclusive aquele seu post sobre o PEI é muito interessante. Mas achar que vai vir aqui com um blog em formato pessoal, espalhar proselitismo político, acusar professores experientes que se importam com as coisas da educação, pois senão não estariam freqüentando o Portal, de “agentes” do sindicato, promover perseguições a categorias profissionais, acusar pessoas de “esquerdismo” (repito, aqui todo mundo sabe muito bem o que é esquerda e direita), e achar que não vai levar respostas para casa, ou é muita ousadia (o que só funciona para quem está realmente preparado), ou é não ter a menor noção de onde anda, com quem se relaciona, ou onde sua “ideologia” ou “papo” vai colar ou não.
Meu pedido, é que procure nos conhecer, saber os vários assuntos das várias áreas técnicas e culturais que aqui “rolam”, quem são as pessoas que aqui habitam, quais são as suas idéias, e depois se achar que deve, coloque o que pensa, mas sem a pretensão de ensinar algo a quem a Sra. sequer conhece. Aqui há algumas pessoas que são referência em muitas áreas técnicas e humanas, inclusive na educação. Seria um erro pensar que está lidando com neófitos. Eu pessoalmente prefiro me relacionar com a Sra. Giulia Fierro pessoa física, saber o que pensa, aonde há comunhão de idéias, criar amizade, e ver o que se pode fazer para o auto-aperfeiçoamento mútuo.
Mas se a Sra. quer se apresentar como Educaseiláoque, fazer proselitismo político-educacional, vai precisar ter maturidade para saber ser contrariada, agüentar as críticas, defender o seu movimento sabendo que muitos não vão acreditar, pois justamente pela diversidade ideológica do portal, vai haver muita gente lhe questionando e mesmo não acreditando em seus propósitos. Não confunda o Portal com a sua página pessoal (tanto a daqui no Portal quanto a fora dele). Na sua página pessoal aqui do Portal (ou fora), a Sra. é a rainha, põe e tira o que quiser. Já no Portal não há dono (a não ser o Nassif óbviamente), e dependendo do assunto o pau come mesmo, e não pode ficar pedindo peniquinho como o Sr. Mauro fez com suas “notificações” ao Nassif, e depois ameaçando os interlocutores com processos judiciais.
"Mas se a Sra. quer se apresentar como Educaseiláoque, fazer proselitismo político-educacional, vai precisar ter maturidade para saber ser contrariada, agüentar as críticas, defender o seu movimento sabendo que muitos não vão acreditar, pois justamente pela diversidade ideológica do portal, vai haver muita gente lhe questionando e mesmo não acreditando em seus propósitos. Não confunda o Portal com a sua página pessoal (tanto a daqui no Portal quanto a fora dele). Na sua página pessoal aqui do Portal (ou fora), a Sra. é a rainha, põe e tira o que quiser. Já no Portal não há dono (a não ser o Nassif óbviamente), e dependendo do assunto o pau come mesmo, e não pode ficar pedindo peniquinho como o Sr. Mauro fez com suas “notificações” ao Nassif, e depois ameaçando os interlocutores com processos judiciais.
Podem me chamar de defensora das "putas", dos pobres e oprimidos, de sindicalista... Se me sentir ofendida, parto para a justiça, se não achar que a opinião valha a pena, espero outro tema interessante, mas não sei como proibir uma organização não formal.
Maria Tereza Goulart, Maria Tereza Godoy,
Kd Tereza, Tereza do Tom Jobim, da praia, de Jorge Ben, Madre Tereza...
Prezados - e em especial Sérgio Troncoso - conheço e respeito muito Luis Nassif, não me inscrevi neste portal por acaso. Não entraria, por exemplo, no portal da Veja, as poucas vezes que enviei mensagens para lá foi para elogiar os artigos de Gustavo Ioschpe e para cobrar mais informações. Também critico a grande mídia, mas não sou radical nem me nego a colher informações por preconceito. Não gosto de tendências à esquerda nem à direita, ambas produziram ditaduras e muito derramamento de sangue, mas também não vou polemizar sobre isso. Vou parar por aqui com o assunto Mauro/COEP, pois não faz sentido fofocar sobre um "defunto", rs.
Como o senhor Mauro parecia apenas querer caçar professores, e dava a entender que falava em nome de um movimento que representava outras pessoas , fizeram perguntas simples sobre o movimento, as respostas sempre eram evasivas ou super abrangentes, não dava para saber onde operava, como entrar em contato, ou sequer quem era integrante do mesmo.
Comecei a redigir um texto utilizando uma análise da semelhança entre a figura paterna e a figura do professor, contrapondo o dito ensino clássico como o ensino tendo o professor só como um animador. Não postei este texto, pois na ocasião vi que a pessoa que falamos não estava interessada em falar sobre ensino. Tinha um alvo preferencial para as críticas, que eram os professores, tendo esses como agentes ativos de todos os desmandos da educação. Após a verificação deste animus beligerante, retirei meus comentários, pois não estou aqui para brigar (retornei quando ocorreram as ameaças de processo).
Se não analisarmos o conjunto referido no primeiro parágrafo se terá uma visão fragmentada do problema, posso argumentar de forma simples e precisa, se o problema são os professores todas as escolas deveriam ter problemas iguais. O caráter e a capacidade das pessoas não se modificam conforme os lugares que trabalham, para sair da classe docente pode-se dizer que um bom médico atende corretamente tanto no seu consultório como no SUS, é uma questão de foro íntimo, a eficiência do atendimento poderá ser diferente se para uns os exames laboratoriais são entregues em um dia e para outros meses.
Quanto às causas das faltas dos professores podemos localizar várias que levam a isto, dentro destas temos a desesperança dos professores de agir como um Dom Quixote num ambiente hostil e a própria fragilização de uma categoria que tem mais obstáculos do que vitórias. Cabe uma pergunta que nunca foi feita na discussão, sendo o Estado o responsável pela presença dos professores por que este não toma providências. Simplesmente porque este Estado por não valorizar a categoria nem salarialmente nem por incentivos não pecuniários fica com vergonha de cobrar o que ele não paga. É muito simples contabilizar quantos professores estão ausentes nas escolas, conta-se, um, dois, e aí por diante, mas identificar o porquê desta ausência é bem mais complicado e muito embaraçoso para o agente público. Um professor que ganha dois mil reais por mês (aumentei o valor para ficar mais flagrante o problema) ele terá dificuldades no deslocamento até o seu ambiente de trabalho, ele terá dificuldades de manter a sua saúde, ou até na primeira oportunidade de conseguir algum serviço com maior remuneração ele abandonará o seu cargo.
Citando a minha experiência de professor universitário desde 1976, posso dizer que até a profissionalização da carreira (feita num dos governos militares, para não dizer que estou sendo parcial) a falta e alunos sem aula no ensino público Federal era a regra, havia coisas anedóticas (que seriam engraçadas se não fossem trágicas) como de professores entregando notas de aula e exercícios por seus motoristas. Posso dizer por experiência própria que em 1975 quando eu era MONITOR, substitui um professor por um mês sem que houvesse nenhuma cobrança. Hoje em dia não ocorre mais isto, por quê? Porquê de uma hora para outra houve um acesso de boa consciência pública dos docentes, não porque hoje em dia é possível uma auto-regulamentação da categoria devido um nível salarial mais adequado (não ideal, mas minimamente suficiente). Antes de 1978 existiam professores que cumpriam suas tarefas? Sim, vários, mas tudo na dependência ou de extrema abnegação ou pelos mesmos terem outras ocupações que permitissem o seu sustento.
Estou escrevendo todo este texto para demonstrar algo, primeiro, para não depender o ensino de sacerdotes sem família para sustentar, ou profissionais que tenham dois empregos, necessitamos como condição sine qua non um salário que permita condições de sobrevivência e dignidade aos docentes, sem isto estaremos dando antitérmico a quem tem uma infecção.
Então... fico aqui pensando em qual o problema fazer perguntas, questionar, inquirir sobre a organização de um movimento apresentado aqui. Afinal de contas o sr. Mauro, assim penso eu, tentava agregar credibilidade para suas idéias através do exercício da coordenação de um movimento. Nada mais justo do que solicitar maiores esclarecimentos sobre o movimento que coordena, até para que tenhamos condição de saber a quem o mesmo representa.
Se há denúncias e acusações sérias, é direito saber quem as faz. Mais do que isso, é necessário conhecer o ponto de vista do outro que se sente ofendido, a fim de que saibamos onde estão os buracos que impedem um trabalho conjunto em prol de uma educação de qualidade. Ainda que essa identificação não se faça pessoalmente, nominalmente, é justo que se faça através do conhecimento sobre a "entidade" que se diz representativa.
Precisamos questionar a violência escolar, a violência nos jogos esportivos, nos campos, na NET, em jogos com tecnologias digitais...Em filmes, em livros didáticos, em ambiente familiar, em torturas físicas e mentais dissimuladas...`
Quando o Nassif tomou a difícil decisão decisão de bloquear a participação do Sr Mauro Alves da Silva neste fórum, confesso que senti um desconforto. Ao ler as mensagens da Sras Giulia Pierro e da Maria Tereza Penna, que expressaram de certa forma este desconforto, não respondi de imediato, mas fiquei a refletir. Aquilo que vemos nas mensagens da Giulia e da Tereza, que é honestidade de opinião e debate franco foi exatamente aquilo que faltou para o Sr. Mauro Alves da Silva. Não deixo de entender o depoimento da Giulia e ao desabafo da Maria Tereza, mesmo não concordando com o seu teor. Pensando no entanto, no difícil trabalho que o Nassif tem de administrar este blog, e me colocando na posição dele, eu tomaria a mesma difícil decisão. O Nassif, como a maioria dos jornalistas da sua geração sofreu na pele os cortes da censura. Deve ter certamente relutado muito até excluir o Mauro. Acho que se o Mauro não tivesse ameaçado as pessoas, e tivesse dado o seu recado de uma forma mais adequada o problema não teria acontecido. Somando isto à uma certa inabilidade em divulgar um movimento muito restrito como o COEP, deu no que deu. Ninguém aqui gosta de censura. Mas ninguém aqui gosta de ser ameçado. As duas coisas lembram a ditadura. De qualquer modo a atitude do Nassif foi em respeito ao membros do fórum e à sua própria integridade (no sentido de não divulgar um movimento que não tem consistência nem representatividade, talvez nem mesmo "exista" em um sentido oficial).
"Aquilo que vemos nas mensagens da Giulia e da Tereza, que é honestidade de opinião e debate franco foi exatamente aquilo que faltou para o Sr. Mauro Alves da Silva. Não deixo de entender o depoimento da Giulia e ao desabafo da Maria Tereza, mesmo não concordando com o seu teor. Pensando no entanto, no difícil trabalho que o Nassif tem de administrar este blog, e me colocando na posição dele, eu tomaria a mesma difícil decisão."
"Por exemplo, ninguém dá ouvidos a minorias, mendigos, drogados, gente comum que passa pelas ruas, em suma, a um Pato Donald, por mais que ele esteja certo no que diz. Só que, por sofrerem a sina do isolamento e serem considerados “problema”, eles portam as verdades do mundo, que quase sempre destoam da oficial. Não os registramos mais."
Permalink Responder até Luis Nassif em 3 fevereiro 2010 at 18:10 Permalink Responder até Maria Tereza Penna em 2 fevereiro 2010 at 21:51
O problema não eram os argumentos do Mauro. Mas o fato do Portal estar servindo para dar visibilidade e uma organização que ele não soube explicar o que é, quem participa, quais os trabalhos sistemáticos, porque só aparecia no Google a partir do Portal. Corria-se o risco de dar visibilidade a uma aventura.
Permalink Responder até Rogério Maestri 1 dia atrás
Não sei onde leste uma ameaça velada, talvez ela tenha sido tão velada que nem eu me dei conta!
Estou aguardando a tua resposta a mais de um dia com o vigor que disseste ter. Estamos aí para discutir idéias e se este tipo de "confronto" não te aguarda me diga que simplesmente não responderei mais nenhum tópico teu.
Talvez esta seja a minha ameaça, se não quiseres a troca de idéias abandonarei a discussão considerando-a ganha por WO.
Não procure me irritar, simplesmente porque não conseguirás, tenho muita paciência e não mandarei ninguém se catar ou qualquer coisa do gênero. Conseguir que eu saia do sério é algo muito difícil, exige muita paciência, um discurso incisivo, porém conclusivo, e uma argumentação forte. Podes tentar, é um bom exercício de retórica.
Permalink Responder até Giulia Pierro em 3 fevereiro 2010 at 2:14
Devido ao grande interesse pelo assunto, vou tentar eclarecer alguma coisa sobre o COEP e sua "legitimidade", pois este é um ponto em comum com o EducaFórum, o movimento iniciado por mim e outros pais de alunos da rede pública. Conheci o Mauro e outros integrantes do COEP (que naquela época ainda não existia como tal, bem como o EducaFórum), na Câmara Municipal em 93 ou 94, quando íamos "pentelhar" os vereadores da Comissão de Educação, cobrando providências contra os desmandos do Paulo Maluf na educação municipal. Quem insinuou que o Mauro fosse malufista errou, portanto. Havia um grupo grande de pais de alunos de escolas de diversos bairros nessas reivindicações. Fomos nós que exigimos e conseguimos, em audiência pública da Comissão de Educação, a criação do mecanismo de reposição de aulas na rede (mal sabíamos que isso se tornaria uma farsa, rs). Ainda hoje me lembro da performance teatral do eterno vereador Wadih Mutran, se esgoelando para defender o Maluf. Lembro também da gargalhada de escárnio de todos os vereadores da comissão, quando sugerimos que eles matriculassem seus filhos na rede pública...
Bom, se eu começar a contar todo esse histórico vou aborrecer vocês, se é que já não aborreci. Do começo da história vou então para a criação dos movimentos. O Mauro e seus seguidores fundaram primeiro as entidades (Napa, Neppal e outra que não lembro), depois as reuniram no movimento COEP. Outra vertente fundou um movimento que criou o excelente site PaisOnline. Eu e outros pais de alunos resolvemos atuar de forma independente e principalmente através da internet (infelizmente nosso primeiro site se perdeu), assim criamos o EducaFórum, que é um movimento de pais de alunos da rede pública auxiliando outros pais e alunos em suas reivindicações. Nosso trabalho é totalmente voluntário e hoje muito mais fácil do que quando não contávamos com a Internet. Hoje nos basta enviar um e-mail para as autoridades e publicar o texto no blog, para que todos estejam informados. Antigamente, os documentos caíam no "buraco negro" das repartições públicas...
Bem, afinal, quem representamos? Aqueles que não têm quem os representem, simples assim. Aqueles que não têm voz e cujo voto de nada vale, pois não foram suficientemente alfabetizados em letras, números e leitura do mundo, para saber em quem podem confiar (se é que nós próprios sabemos...). Aqueles que raramente têm computador e e-mail para enviar suas reivindicações, que dependem de vizinhos ou de centros comunitários, onde são auxiliados por monitores. Às vezes as mensagens vêm com tantos erros e o texto tão confuso que demoramos meia hora para entender do que se trata. Mesmo assim, checamos todos os e-mails e só atendemos quem deixa um telefone válido e mostra ser efetivamente necessitado de auxílio. Por termos tido filhos na rede pública, conhecemos bem as falhas do sistema e as formas de ajudar. Já disse aqui que não estaria nesta luta se ela não fosse necessária e ainda espero que a sociedade brasileira desperte para a importância da educação. Quando vejo o movimento Todos pela Educação, formado por entidades certamente muito mais "representativas" do que o EducaFórum e o COEP, responsabilizar a família e o aluno pelo fracasso da educação, mais me convenço da necessidade e da importância do nosso trabalho, que poderá não estar no Google, mas é o único canal aberto aos pais e alunos da rede pública insatisfeitos com a educação e o tratamento que os filhos recebem na escola. Se outros pais acham que precisam passar as madrugadas repassando as lições de casa dos filhos e fiscalizando cadernos, é um direito que lhes cabe. Esse tipo de atitude isenta a escola de seu compromisso de ensinar e provoca a discriminação dos pais que não têm condições ou instrução suficiente para acompanhar a vida escolar dos filhos.
Voltando ao Mauro, infelizmente o tópico foi deletado e não pude checar as "ameaças" que ele teria feito. Então liguei para ele e a resposta foi a seguinte: ele teria sido caluniado por algumas pessoas que usam pseudônimos e "notificou que se as calunias não parassem ele tomaria medidas legais". Pessoalmente não vejo nisso nada demais, talvez porque conheço bem o Mauro e sei que ele é legalista. Eu não falaria dessa forma, mas ele seguiu um procedimento legal: advertir que está se sentindo lesado por alguém. Isto é ser de "extrema direita"?
Apesar de eu ter entrado neste portal bem no meio da confusão, parece-me que o tópico foi deletado logo depois de o Mauro ter dado as explicações solicitadas sobre o movimento e inclusive respondido de forma extensa e educada as perguntas sobre sua vida pessoal. Será que estou enganada?
Russell propôs, em sua autobiografia, um "código de conduta" liberal baseado em dez princípios, à maneira do decálogo cristão. "Não para substituir o antigo", diz Russell, "mas para complementá-lo". Os dez princípios são:
Permalink Responder até Rogério Maestri em 3 fevereiro 2010 at 14:55
Ninguém ta te crucificando. Até parece que a inquisição está te atingindo ou a KKK.
Não te faças de vítima, pois pelo que escreves me parece que estás é forçando a barra, tens uma capacidade de articulação bem acima desse choro.
Se quiseres discutir, discuta. Todos aqui estão para contestar no plano das idéias, eu já fui duramente contestado e nunca me fiz de pobre-coitado.
Permalink Responder até Maria Tereza Penna 1 dia atrás
Agora tu já me mandasse me catar (não vou me catar, porque não tenho o que catar), mas passada a fase inicial comece a se defender com unhas e dentes, este é o espírito do fórum.
Permalink Responder até Maria Tereza Penna 1 dia atrás
Eu pobre coiitada?... Não me conheces meu caro...
Não fui a vítima...
E não a serei... podes ter a certeza...
Giulia, quando as pessoas saem do Portal, saem também todos os registros dela. Mas você já foi suficientemente informada pelas pessoas que "usam pseudonimos" e que todos nós conhecemos, inclusive alguns pessoalmente, dos saraus do Nassif. Não houve calúnias, vou repetir pela última vez, e sim informações sobre o programa de radio o qual produz, o processo judicial que corre e no qual está indiciado o apresentador do programa, e finalmente, como acentuou o Nassif, a absoluta falta de resposta a questoes simples sobre as supostas entidades que dirige.
Estou encerrando as discussões nesse tópico. O Portal não é para shows de exibicionismo, para a criação de falsas polêmicas visando atrair os holofotes (não estou me referindo a autora do opst inicial). Estamos em um ambiente maduro aqui, onde as discussões têm objetivos claros de enriquecer reciprocamente a todos, de trazer fatos relevantes, opiniões diferentes.
PS: E o Blog foi lacrado!!
Não tem Abra-te Sésamo nem nada!!
Nem esse aí embaixo deixam terceiros postar. Eu não posso porque estou suspensa, Mas outros também! Parou no décimo quarto comentário. quem sabe que agora eu gritei: Abrate- Sésamo!!!... O "Portal" abra?
Cobrem Royalties SAFADOS!!! ABRAM< E COBREM ROYALTIES
De Maria Tereza Penna sobre o ocorrido: A Opinião e a Discussão, seu déspota imoral, é que expulsaram alguém por causa dos seus, não dele, malditos holofotes que irradiam prepotência e vaidade, Onde o SR DR Melancia, normalmente deve viver sentado sobre...(Por que quando as ideias não entram por cima deve entrar por algum lugar).Cobrem Royalties SAFADOS!!! ABRAM< E COBREM ROYALTIES
João Mozart Magalhães Aguiar disse: 5/03/2010 às 10:43Desisti, esse padrão madre superiora me deixa puto pelo formalismo e hipocrisia, censura só pra troll fascista, desculpem o pleonasmo e mesmo assim é divertido mirar o tatibate dos microcéfalos.
Aliás, nem sei se passa esse comentário, estão todos caindo na vala comum, vou driblar o antispam e prometo não incomodar mais.